Embora o consumo aparente de resinas termoplásticas (exceto PET) tenha recuado 3,6% no Brasil em 2003, se o País despertar da letargia econômica e crescer de modo sustentável nos próximos cinco anos poderá haver falta de termoplásticos no mercado interno. E se, para evitar o desabastecimento, novas capacidades forem instaladas, a busca por matérias-primas será árdua, caso se confirmem as projeções de Evandro Soares Filho, consultor do portal de informações analíticas Petronews. No encontro do dia 30 de março, na sede da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief), o consultor apresentou perspectivas de curto e médio prazo para as matérias-primas da cadeia produtiva de plásticos (resinas termoplásticas, petroquímicos básicos e nafta e gás), mas o panorama exposto não foi dos mais acalentadores.
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